2011/06/20

II Workshop Internacional: “Tecnologia Social e Políticas Públicas na América Latina”

Los pasados 13 y 14 de junio se realizó el II Workshop Internacional: “Tecnologia Social e Políticas Públicas na América Latina” en el Centro de Convenciones de la Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Campinas, Brasil. El evento contó con la participación de más de ciento cincuenta personas de diversos países, entre ellos Argentina, Brasil, Chile, Uruguay, Colombia, Estados Unidos. El evento contó con el apoyo del Canada's International Development Research Centre y del Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico


Se expusieron experiencias de trabajo de construcción de conocimientos y políticas orientadas a las necesidades de la mayoría de los habitantes de la región, frente al escenario de grave exclusión social que caracteriza a las sociedades latinoamericanas. El objetivo del evento fue la movilización del potencial cognitivo existente en la sociedad para la construcción de sistemas tecnológicos orientados a generar dinámicas de inclusión a través de la resolución de problemas sociales y ambientales. El II Workshop Internacional: “Tecnologia Social e Políticas Públicas na América Latina” fue un espacio de debate vivo y de formulación de estrategias para el desarrollo de Tecnologías para la Inclusión social en América Latina.



2º Workshop Internacional sobre Tecnologia Social, um conceito em construção

Luiz Sugimoto
Fotos: Antonio Scarpinetti.
Edição das imagens: Everaldo Silva



[13/6/2011] “Tecnologia social e políticas públicas na América Latina" é o tema que motivou um segundo workshop internacional organizado pelo Grupo de Análise de Políticas de Inovação (Gapi) da Unicamp. O evento, que busca fomentar o debate sobre desenvolvimento científico e tecnológico voltado para a inclusão nos países da região, está reunindo nesta segunda e terça-feira, no Centro de Convenções, pesquisadores do Brasil, Argentina, Chile e Uruguai, além de dois palestrantes convidados dos EUA. O apoio vem do CNPq e da Unicamp e do Internacional Development Research Centre (IDRC).

O workshop é coordenado pelo professor Renato Dagnino, pesquisador do Departamento de Política Científica e Tecnológica (DPCT) do Instituto de Geociências. Ele afirma que os governos latino-americanos vêm discutindo, cada vez mais, sobre a importância da tecnologia social como ferramenta contra a exclusão social. “É necessária uma tecnologia diferente da tecnologia desenvolvida para as empresas. Tecnologia social, na realidade, é um conceito em construção, podendo-se dizer até que se trata de uma utopia, assim como é utopia a sociedade que todos queremos. É muito mais fácil dizer o que não queremos, ou seja, esta sociedade marcada por um capitalismo selvagem na América Latina”.

O Gapi, que está vinculado ao DPCT, vem se dedicando há mais de uma década ao estudo das relações entre ciência, tecnologia e sociedade, refletindo também acerca da tecnologia social com o objetivo de gerar contribuições teórico-metodológicas para este debate. “Com estudos de casos desenvolvidos na América Latina, procuramos extrair uma metodologia para desenvolver tecnologia social. Temos 400 anos de ciência para o capital e promover esta transição é muito difícil, já que existe a questão política. Entendemos tecnologia social como uma plataforma política cognitiva de lançamento de uma sociedade mais decente”, completa Renato Dagnino.

A proposta, na visão dos organizadores do workshop, é gerar uma dinâmica de produção de conhecimento alternativa àquele monopolizada pelas grandes corporações, que têm subutilizado o saber tácito e historicamente acumulado. Segundo eles, a proposta da tecnologia social se diferencia radicalmente das abordagens deterministas que têm orientado a elaboração da política científica e tecnológica dos países da América Latina. O objetivo, enfim, é a mobilização do potencial cognitivo existente na sociedade para a construção de sistemas tecnológicos orientados à geração de dinâmicas de inclusão, via resolução de problemas sociais e ambientais.

O professor Hernán Thomas, da Universidade Nacional de Quilmes (Argentina), explica que seu grupo se vinculou aos brasileiros há três anos, respondendo por parte do esforço para se começar a gerar um aparato de análises comuns e melhor compreender a dinâmica das experiências com tecnologia social na região. “Uma surpresa foi a diversidade de experiências existentes; outra foi como, a partir da nossa posição analítica (ver o que funcionava, o que não funcionava e por que), surgiram vínculos interinstitucionais em diferentes países, formando-se uma fantástica rede social e tecnológica na Argentina, Brasil, Chile, Uruguai, Equador, Venezuela, Colômbia, Cuba e brevemente no Peru”.

Ver nota en el portal de UNICAMP

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